Há quem diga que os sentimentos humanos podem ser explicados, que meras emoções são apenas reflexos de mudanças pré- estabelecidas no cérebro humano, nada como fenómenos cerebrais programados para sentir e transpor sensações.
Diversos cientistas ao redor do mundo vêm tentando ao longo dos anos decifrar um dos maiores sentimentos que habitam a mente humana o amor; afinal nós seres humanos adoramos nós apaixonar, é nada mais interessante do que descobrir de onde advêm essas sensações, como controlá-las ,quem sabe até utilizar dessa sabedoria para atrair a pessoa que desejamos . Criaríamos então o elixir do amor? Não é uma ideia excitante?
O amor que por ora nascia do toque, da conversa, da conivência, da saudade, poderia agora ser vendido em frascos na farmácia. Todo mundo teria a quem amor, e ainda, ou melhor, todo mundo poderia ser amado sem ter que ultrapassar a triste fase da desilusão, as dores do amor. Nada mais de choros, dor inexplicável no coração, olhos marejados, falta de apetite, enfraquecimento das pernas, tudo seria facilmente resolvido com o elixir do amor, apenas algumas gotas e bum, todos estariam dispostos a ter uma relação com você.
Com certeza os produtos iriam rapidamente esgotar das prateleiras, afinal nem mesmos todas as tecnologias desenvolvidas conseguiram frear ou entender a necessidade humana de estar em constante estado de paixão, todos nós buscamos cada vez mais e mas a presença de alguém para ter ao nosso lado, alguém com quem compartilhar as nossas vidas, frustrações, emoções ou apenas alguém que cuide de nos!
A busca incessante do amor pela sociedade acaba levando milhares de indivíduos a concentrar seus sentimentos em pessoas e ideias erróneas, muitas caem de cabeça em relacionamentos fadados ao fracasso e com isso acabam adquirindo doenças, tristezas profundas, isolamento, depressão; sim estudos comprovam que o amor não correspondido, vivido, morto ou inexplicado leva ao acometimento de mazelas corporais .
A Ciência por sua vez ajudaria essas pessoas a deixarem de se envolver em situações onde o dito amor supera a razão. O “mapeamento amoroso do individuo” lhe informaria de inicio se este é apto para o desenvolvimento de uma relação estável e confiável ,dando fim a todos os dissabores que por ventura possam surgir na relação. Porem estaríamos mesmo dispostos a encontrar o amor em prateleiras como quem vai ao supermercado e compra uma maça?
É o fator surpresa? O inesperado? Quando você esta livremente passeando pela rua e encontra um olhar que simplesmente se encaixa no seu! Quando você acorda pela manha sente seu corpo incrivelmente doído, de uma dor aguda, que nenhum remédio poderá curar a falta de ar que sentimos quando olhamos a pessoa amada, que já encontrou em outros braços o amor que por ventura era nosso, será que vale a pena se abster de todas essas sensações?
O amor não seria esse sentimento inexplicável pelas controvérsias que ele estabelece em nós, pelas loucuras repentinas que somos capazes de fazer em nome dele? Não seria o sofrimento infringido em nos por ele que nós leva a transpor barreiras, modificar situações, malhar até! O amor não seria renuncia, o deixar de gostar de nós mesmos e aprendermos a gostar do outro? O que ocorreria com o amor ao próximo?
Diversos cientistas ao redor do mundo vêm tentando ao longo dos anos decifrar um dos maiores sentimentos que habitam a mente humana o amor; afinal nós seres humanos adoramos nós apaixonar, é nada mais interessante do que descobrir de onde advêm essas sensações, como controlá-las ,quem sabe até utilizar dessa sabedoria para atrair a pessoa que desejamos . Criaríamos então o elixir do amor? Não é uma ideia excitante?
O amor que por ora nascia do toque, da conversa, da conivência, da saudade, poderia agora ser vendido em frascos na farmácia. Todo mundo teria a quem amor, e ainda, ou melhor, todo mundo poderia ser amado sem ter que ultrapassar a triste fase da desilusão, as dores do amor. Nada mais de choros, dor inexplicável no coração, olhos marejados, falta de apetite, enfraquecimento das pernas, tudo seria facilmente resolvido com o elixir do amor, apenas algumas gotas e bum, todos estariam dispostos a ter uma relação com você.
Com certeza os produtos iriam rapidamente esgotar das prateleiras, afinal nem mesmos todas as tecnologias desenvolvidas conseguiram frear ou entender a necessidade humana de estar em constante estado de paixão, todos nós buscamos cada vez mais e mas a presença de alguém para ter ao nosso lado, alguém com quem compartilhar as nossas vidas, frustrações, emoções ou apenas alguém que cuide de nos!
A busca incessante do amor pela sociedade acaba levando milhares de indivíduos a concentrar seus sentimentos em pessoas e ideias erróneas, muitas caem de cabeça em relacionamentos fadados ao fracasso e com isso acabam adquirindo doenças, tristezas profundas, isolamento, depressão; sim estudos comprovam que o amor não correspondido, vivido, morto ou inexplicado leva ao acometimento de mazelas corporais .
A Ciência por sua vez ajudaria essas pessoas a deixarem de se envolver em situações onde o dito amor supera a razão. O “mapeamento amoroso do individuo” lhe informaria de inicio se este é apto para o desenvolvimento de uma relação estável e confiável ,dando fim a todos os dissabores que por ventura possam surgir na relação. Porem estaríamos mesmo dispostos a encontrar o amor em prateleiras como quem vai ao supermercado e compra uma maça?
É o fator surpresa? O inesperado? Quando você esta livremente passeando pela rua e encontra um olhar que simplesmente se encaixa no seu! Quando você acorda pela manha sente seu corpo incrivelmente doído, de uma dor aguda, que nenhum remédio poderá curar a falta de ar que sentimos quando olhamos a pessoa amada, que já encontrou em outros braços o amor que por ventura era nosso, será que vale a pena se abster de todas essas sensações?
O amor não seria esse sentimento inexplicável pelas controvérsias que ele estabelece em nós, pelas loucuras repentinas que somos capazes de fazer em nome dele? Não seria o sofrimento infringido em nos por ele que nós leva a transpor barreiras, modificar situações, malhar até! O amor não seria renuncia, o deixar de gostar de nós mesmos e aprendermos a gostar do outro? O que ocorreria com o amor ao próximo?
Por mais sofrido, doloroso e amargo, o amor nós revigora, nós transforma, nós alimenta, simplismente transcende o nosso entendimento, nos torna vivo, nos define como seres humanos, estabelecer uma forma elaborada de se encontrar e viver um amor sem sentir todos os efeitos que eles causam em nos, seria como matar ainda mais a essência humana que reside ainda dentro de cada um .
